#PlayMonday (28/11/2016)

PlayMonday - Décimo sexto!

Que brincadeira mistério virá aí? Eu (Enfermeira) e a Joana (Terapeuta Ocupacional) entrámos na sala de convívio dos nossos utentes, juntámos as mesas e perguntámos a todos se não se importavam de ficar junto às mesmas para em grupo descobrir a brincadeira mistério. Então a Joana começou a lançar as pistas: "é uma brincadeira que se joga com uma bola pequenina, que requer alguma pontaria, e que quase todos já brincámos em crianças..." Após algumas ideias, alguém disse: "ah, é berlinde!" e estava certíssimo!

E como se brinca com berlindes? Quais as regras? Tivemos muitos utentes que referiram que tinham brincado muito em criança com berlindes, mas que há muito tempo que não tocavam em nenhum, outros (mas poucos) disseram que nunca tinham brincado. Assim sendo, estávamos perante a oportunidade perfeita para isso.

A Sra. A.C. explicou como jogava: "fazíamos 3 covas no chão e tentávamos acertar nessas covas com os berlindes, depois disso, se acertássemos nos berlindes dos outros, podíamos ficar com eles. E eu ganhei muitos assim!". A Cátia (Assistente Social) também partilhou e exemplificou como brincava. Os outros utentes disseram que também jogavam assim, mas que haviam outras formas. Foi aqui que o Sr. A. G. contou a todos que tinha um familiar que fabricava berlindes e que ficavam muito bonitos. Um artesão de berlindes!

Mas hoje, para o nosso PlayMonday, não vamos ter regras! Cada um brinca como gostar mais.

Lançamos os berlindes sobre a mesa e distribuímos por todos. E agora é só brincar, simplesmente.


Tivemos utente que mantiveram os berlindes algum tempo na mão, como que a matar saudades daquelas bolinhas de vidro que certamente lhes trouxeram muitas recordações. 


Outros começaram a tentar acertar nos berlindes uns dos outros o que deu um grande movimento à mesa. Bem, à mesa e ao chão, tal era o entusiasmo com que lançavam os berlindes.




Para finalizar a brincadeira, resolvemos usar uma espécie de rampa de lançamento, em espiral, para os berlindes descerem e acertarem nos que estavam em cima da mesa. Aqui o Sr. J.E. disse que mesmo nunca tendo feito nada parecido, até que tinha muito jeito! Mas talvez seja melhor ver as fotos.

E assim foi o nosso PlayMonday, que juntou a brincadeira às memórias de infância... Foi uma tarde cheia de brilho, o dos berlindes e o brilho dos olhos de quem lá esteve. 

#PlayMonday (31/10/2016)




No dia 31 de Outubro celebra-se o  Halloween ou Dia das Bruxas, uma das festas mais populares nos Estados Unidos. O Halloween surgiu no séc. XIX, quando irlandeses implantaram a festa naquele país. A data tornou-se numa festa tradicional infantil na qual as crianças se fantasiam e pedem doces de casa em casa, dizendo tricks or treats (doce ou travessura). Cada vez mais esta tradição, deixou de ser somente Americana, mas também se espalhou para outros países da Europa….. Até chegar a Casével, claro à nossa Unidade! 




Como não podíamos deixar passar esta data em branco e sem algumas travessuras… A equipa reuniu-se e, aliada a uma decoração assombrosa espalhada pela Unidade, realizada pela nossa Auxiliar Perpétua com os utentes, resolvemos fazer uma brincadeira utilizando o tradicional “Tricks or treats”. 











Esta brincadeira realizou-se no período da tarde…. Onde dois colaboradores, vestidos a rigor, de dois temíveis fantasmas se dirigiram a cada um dos utentes que se encontravam na sua rotina habitual…. Em terapias, a descansar, ver tv, pinturas e a fazer caminhadas pelo corredor! 




Eis que surgem os dois fantasmas que mostravam duas cartas a cada um, em que o utente teria de escolher apenas uma… Seria Doce ou Travessura???




Se tivessem a sorte de escolher o cartão de Doce, teriam a oportunidade de comer as gomas alusivas ao Halloween (Dentaduras, fantasmas e abóboras!). 






Caso escolhessem o cartão de travessura…. Havia duas caixas previamente preparadas com travessuras que tinham como intenção assustar, (de forma suave!) os nossos utentes! As travessuras eram compostas por alguns materiais de texturas moles misturados com alguns aracnídeos…. De brincadeira, claro!












Neste momento de brincadeira, houve rostos de surpresa, de alegria e alguns de terror…. Não fosse este o dia das Bruxas!!!!
Em seguida mostramo-vos algumas fotos e vídeos que espelham este momento!





PlayMonday VI (31/10/2016)

Doce ou Travessura? ;)

O PlayMonday do mês de outubro foi dedicado ao dia das bruxas! E quem melhor do que as crianças para demonstrar aos nossos brincantes o que é o Halloween?


Vestidos a rigor, os monstrinhos e bruxinhas da UCCI Dr. Egas Moniz, “deram cabo da cabeça” a uma inocente abóbora que, de repente, se viu desdentada e sem sementes!




O Sr. J. estava encantado com o aroma delicioso que vinha de dentro da nossa nova “amiga”, enquanto a Sra. Z. se perdia em gargalhadas maquiavélicas com as habilidades dos colegas…



Já na ERPI... entre histórias de “meter medo ao susto” e travessuras, fomos surpreendidos pela chegada de uma trupe de crianças mascaradas à altura e cheias de vontade de deliciosamente “infernizar” a tarde!!



Grupos feitos, deu-se então início à aventura “Doce ou Travessura?”, na qual os participantes pequenos ou graúdos, se juntaram com o objetivo de descobrir todos os doces ou marotices que escondemos pela casa Muhahaha



Nada melhor do que terminar a brincadeira com a exibição de vídeos sobre a temática deste dia, surgindo assim um momento de interação com muita dança à mistura, entre brincantes crescidos e pequenos!



Por fim, desfrutem do nosso vídeo !!



#PlayMonday (31/10/2016)

PlayMonday – Décimo quinto!

Halloween!

Terá sido uma brincadeira assustadora? Muitos fantasmas? Doce ou partida?

A construção do nosso PlayMonday, mas precisamente, da nossa abóbora brincante começou uns dias antes, pelas mãos da Animadora Ângela e Terapeuta Ocupacional Joana, que esculpiram a cara mais assustadoramente divertida e com o maior sorriso de todas as abóboras!

E como iríamos brincar? Recheamos o “crânio” da nossa abóbora com doces e “cápsulas mistério”, as quais continham frases com pedidos e perguntas especiais, tudo isto envolvido e escondido em bolinhas de esferovite e algodão. Então a brincadeira consistia em mergulhar a mão neste “cérebro” da abóbora e encontrar os misteriosos brindes.

O primeiro a brincar foi o Sr. A.G., que com um chapéu a condizer com a temática, e ainda desconfiado mergulhou a mão e após muitas mexidas encontrou uma das cápsulas, a qual dizia: “A pessoa mais importante na minha vida é…” e isso fez o Sr. A.G. ficar com um brilho nos olhos ao mesmo tempo que respondia “a minha filha!”.

A seguir foi a vez da Sra. A.C. que encontrou: “Diga uma palavra começada com a primeira letra do nome da pessoa que está ao seu lado” e como mesmo ao lado estava a filha e o nome dela começa com “F”, a Sra. A.C. respondeu: “Ferreira do Alentejo, onde estamos agora”.

A Sra. M.Q. achou muito estranha mas ao mesmo tempo relaxante a sensação de tocar nas bolinhas de esferovite, pelo que, para ela estava a ser muito mais divertido remexer do que procurar pelos brindes… mas ao fim de algum tempo agarrou uma cápsula e… “Qual o momento mais feliz da sua vida?” e parece que a pergunta veio mesmo a calhar, porque a Sra. M.Q. está sempre a falar do seu filho e claro, a resposta foi “o nascimento do meu filho!”.

Mas onde andam os doces? O primeiro a encontrar um dos bombons foi o Sr. J.E. que ficou com um sorriso de orelha a orelha porque adora doces.

Quem se seguiu foi o Sr. J.S. que parecia também apreensivo com o que viria dali, mas a ele, a nossa abóbora ofereceu a pergunta “Para si, qual a palavra mais bonita do mundo?” E prontamente ele respondeu “rosa”. E porquê? “Porque é o nome da minha filha!”

Neste momento foi bom ver como esta brincadeira estava a conectar os nossos utentes com as pessoas que mais gostavam e que lhes traziam boas memórias. Haverá melhor remédio para a tristeza que um sorriso por aqueles que amamos?

Agora temos um estreante no PlayMonday, o Sr. A.B. que disse logo “mas o que é que vem aí? Que cara cor de laranja é essa?”. Ao mesmo tempo que perguntava já estava com a mão dentro da abóbora e… “A minha maior qualidade é…” e ele responde “Essa é difícil! Deixem pensar…” E após uns segundos responde “a minha melhor qualidade é ser Sportinguista!” Isto gerou risos entre todos e quase começaram uma “disputa” para apurar qual era o melhor clube de futebol.

O último da primeira ronda foi o Sr. J.E. que no início se mostrou um pouco desinteressado, quase a nos querer dizer que ia brincar simplesmente porque todos tinham brincado…
Então mesmo em cheio, para adoçar a sua vontade de brincar saiu-lhe um bombom e foi aí que ele agarrou a abóbora e com uma grande sorriso disse que queria procurar por mais! Mas atenção, fez questão de dizer que todos os doces que encontrasse eram para oferecer aos amigos!






Para finalizar, os utentes brincaram todos mais uma vez porque ainda tinham sobrado alguns doces dentro da abóbora.

Assim foi o nosso PlayMonday – Halloween, que de assustador não teve nada, mas que adoçou e transformou este dia!


Obrigada mais uma vez (e muitas vezes) a todos os meus colegas que tornam tudo isto possível e aos que brincaram neste dia:  Ângela (Animadora Sociocultural), Joana (Terapeuta Ocupacional), Raquel (Psicóloga), Victor (Fisioterapeuta) e à nova colega Ângela (Enfermeira) que conheceu o PlayMonday pela primeira vez e sem estar à espera conseguiu transformar instantes.


V PlayMonday (26/09/2016)


Mais um PlayMonday foi realizado na nossa UCCI e ERPI Dr. Egas Moniz!

Aqui pelas nossas terras, o mês de setembro é dedicado às colheitas… Pelo que as desfolhadas e as vindimas foram o mote para a nossa brincadeira mensal.



Os nossos brincalhões não esconderam a admiração ao verem as espigas e os sabugos: “Vamos cascar milho?!”… “Onde estão os sarandeiros?” “E a broa com o vinho, para acompanhar?” (sic)



Enquanto descamisavam as espigas, foram relembrados cantares e histórias de velhas desfolhadas com muito milho rei e o ritual do abraço à mistura.



Pensam vocês que os nossos participantes perderam o jeito?! Enganam-se!! “Isto nunca se perde o jeito… é como andar de bicicleta minha jovem!”.

Para finalizar em cheio a nossa festas de colheitas, não poderiam faltar os cachos de uvas.
Os mais corajosos atreveram-se a provar mas o consenso não se juntou à festa: “Humm São doces!!”… Bahh Ai que amargas“!






Entre risos e bochechas coradas, as senhoras ainda contaram superstições… “Não podíamos entrar num lagar se estivéssemos ‘naquela altura do mês”… Nem os senhores se tivessem broa no bolso“.